Material Auxiliar (Palestras e Dinâmicas)

 

Apostila da Pastoral do Batismo 

Paróquia Nossa Senhora do Rosário 

Pompéia – SP 

 

IGREJA: COMUNIDADE DOS CRISTÃOS

 

Reflexão: Igreja e Cristianismo

 Ser Igreja é testemunhar com obras a nossa fé!

  • A missão fundamental da Igreja é manter vivo o Evangelho. Por isso é possível separar Fé Cristã – Igreja - Evangelho. Podemos dizer que o cristianismo é resultado destas duas realidades: Evangelho e Igreja. Um não vive sem o outro.
  • A Igreja preserva e proclama o Evangelho através de seus credos, orações, sermões, hinos e obras.
  • Se o Evangelho é a mensagem de Deus, a Igreja, apesar de suas imperfeições, é o meio utilizado para manter vivo este Evangelho (2 Coríntios 4, 7).
  • A Igreja depende de uma organização hierárquica e ministerial. Por isso, ela é formada por bispos, padres, diáconos, religiosos e leigos (1 coríntios 12, 12-14; 16-27).
  • A Igreja se expressa de vários modos: no mundo, na hierarquia e nas congregações religiosas, nas comunidades, nos movimentos e nas pastorais. As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) são um novo modo de ser Igreja, onde os fiéis formam uma verdadeira “comunidade de fé” e juntos celebram a fé em Jesus Cristo e no seu Evangelho. Aprofundam esse mesmo Evangelho a luz da realidade em que vivem, articulando, com sabedoria, a fé e a vida.

 

Leitura do texto da carta a Tiago 2, 14-18 e 24.

 Igreja: Comunidade dos Cristãos

  • A essa ação damos o nome de Obras. As obras são os frutos da fé. Quem tem fé verdadeira, autêntica, e sincera em Jesus Cristo e no seu Evangelho, tem que, necessariamente, produzir frutos.
  • A fé sem obras é morta, ou seja, não é fé.
  • A Igreja pode ser comparada a uma grande árvore (Lucas 13, 6-9) que, pela fé em Jesus Cristo, produz muitos frutos para o mundo. E o mundo julga a qualidade da fé cristã, a relevância do Evangelho de Jesus, pelo testemunho que damos através de nossas obras.
  • As obras de fé também devem ser realizadas na mesma atitude das obras de Jesus. As obras de Jesus foram utilizadas sempre em favor dos pequenos, dos mais necessitados, dos sofredores, excluídos e marginalizados pela sociedade e pela religião do seu tempo. Assim a Igreja deve produzir obras que favoreçam os preferidos de Deus. No modo como Jesus viver, no seu agir, é que está a base da “Evangélica Opção preferencial pelos pobres” assumida pela Igreja nestes últimos tempos.

 

Há uma variedade sem fim e modelos de comunidade, no sentido em que as pessoas possam morar juntas e relacionar-se de muitas maneiras. Mesmo dois estranhos num elevador são, de algum modo, uma comunidade, enquanto trocam “rumor social” superficialmente. O mesmo acontece com as pessoas que moram na mesma casa ou pensão, quando mutuamente se conhecem sem muita profundidade de interesses.

Pelo batismo, passamos a fazer parte da comunidade dos cristãos, a Igreja. Incorporados na família do povo de Deus, somos acolhidos pela comunidade. O cristão tem um modo especial de seguir Jesus Cristo, que é viver em comunidade. Nela todos somos iguais, somos irmãos. Cada um tem um papel a desempenhar.

A Igreja no sentido físico é o prédio onde nos reunimos para celebrar a vida e agradecer a Deus as graças recebidas. Jesus Cristo, ao começar sua vida pública, formou a primeira comunidade, a dos doze apóstolos. Com a vinda do Espírito Santo em Pentecostes, Pedro e os apóstolos saíram anunciando a Boa Nova da ressurreição, convidando todos a serem batizados, como está no relato no livro dos Atos dos Apóstolos (Atos 2, 38-42), e pregavam a todos os povos conforme Jesus ordenara: “Ide pelo mundo e pregai o Evangelho à toda criatura. (Marcos 16, 15-16).

Nessas primeiras comunidades, os cristãos tinham tudo em comum: partilhavam a palavra e o pão. Celebravam a Eucaristia. Batizavam e praticavam a caridade, ajudando as viúvas e os mais pobres entre eles. Sobretudo, se amavam (Atos 2, 42-27). No seu tempo, esses primeiros cristãos eram identificados e conhecidos pelo amor que reinava entre eles: “como eles se amavam”.

A palavra de Deus, a caridade, a partilha do pão e a oração eram para eles o cumprimento do mandamento do amor, que Jesus ensinara e do qual dera exemplo. Cada dia crescia, assim, o número dos cristãos.

É na comunidade que Deus manifesta sua vontade através das pessoas. Como fez no passado, Ele nos ajuda a descobrir caminhos novos e a maneira de agir no enfrentamento das questões de nossa época. Isto implica numa participação ativa das pessoas na comunidade cristã. Toda comunidade cristã verdadeira existe para servir. Servir a Deus e ao próximo, na Igreja e no mundo.

Participar de uma comunidade cristã é um ato de fé em todos os aspectos, onde não pode faltar a fraternidade, o diálogo e a disponibilidade.

Jesus Cristo plantou a semente do Reino de Deus e cabe a nós, cristãos, em comunhão com os outros irmãos, trabalhar para que ela germine, cresça e frutifique num mundo novo, onde haja a paz, a justiça e o amor.

A Igreja, a partir do Concílio Vaticano II, retomou a tradição das primeiras comunidades cristãs (Atos 1, 12-24). Desde então vem reafirmando a pertença dos cristãos à Igreja, como sujeitos de evangelização e construtores de uma sociedade de acordo com o plano de Deus. Vem reafirmando, também, que os cristãos devem se fazer presentes nas CEBs, pois elas traduzem aquele modelo de ser cristãos vivido pelos primeiros cristãos.

A organização na igreja é vital para podermos realizar a missão deixada por Jesus, por isso a comunidade paroquial em que vivemos apresenta-se subdividida em diversas pastorais e movimentos. É aí, nessas pastorais, que devemos nos inserir para vivermos em grupos, e a partir da vivência em nossa comunidade, ir buscando o bem comum, a proteção dos mais fracos e necessitados, a construção da paz, da justiça, da liberdade, a criação de estruturas mais justas e fraternas.

No seu inicio, a hierarquia da igreja foi organizada pelo próprio Jesus Cristo, quando escolheu o primeiro papa: Pedro, para ser o pastor de sua Igreja, juntamente com os outros apóstolos. Todos os bispos, padres, diáconos, religiosos e religiosas, e também os leigos, estão em comunhão no mundo todo com o Papa.

Na celebração do novo milênio, a primeira exigência da evangelização é o serviço como testemunho do amor gratuito de Deus para com a pessoa humana. É fundamentalmente necessário abrir-se ao diálogo ecumênico com os irmãos católicos ou de outras confissões cristãs e ao diálogo inter-religioso com irmãos não cristãos.

Um dos discípulos, enviados por João, era André, que se comunicou sua descoberta ao irmão, Simão Pedro, e o atraiu a Jesus. Este encontra e chama Filipe, que convida Natanael, que experimenta logo o poder de Jesus (João 1, 35-51). Essa cadeia ininterrupta do discipulado chega até nós, hoje.

É necessário que estejamos atentos e não deixemos passar as oportunidades que Jesus nos dá e sigamos o exemplo dos seus discípulos, convidando a todo para caminharem conosco, abrindo horizontes, seguindo Jesus Cristo e dando continuidade ao seu reino de amor.

O objetivo dessa palestra é integrar as pessoas á comunidade, estimular elas a participação junto a movimentos e pastorais que a igreja é composta, passando a elas uma visão de como ser igreja, e não viver a igreja como um prédio, onde somente se celebram missas. E se esquecem da igreja como comunidade, como doação ao irmão com os trabalhos de Caráter humanos, como visitas de doentes por ministros da eucaristia, catequese ensinada pelos catequistas, os trabalhos de ajuda a sociedade praticada pelas pastorais, etc.

 

Apostila da Pastoral do Batismo 

Paróquia Nossa Senhora do Rosário 

Pompéia – SP

 

 PALESTRA:    O PLANO DE DEUS. QUEM É JESUS CRISTO E POR                                          

                        QUE ELE VEIO AO MUNDO?

 

No inicio Deus criou o mundo como descreve no livro do Gênesis (quer dizer origem), fez tudo muito belo com muito amor, por que Deus é o puro e mais sublime amor, quando viu que tudo estava muito bonito por um amor ainda mais forte ele quis fazer o homem, e o fez e como descreve a sagrada escritura, o fez a sua imagem e semelhança, e por ter muito mais amor quis que o homem fosse livre, e por isso lhe deu o livre arbítrio que deixou o homem ser o dono de suas próprias atitudes, não sendo submetido nem a ele mesmo ao Criador, portanto desde do principio o homem é dono de suas próprias atitudes, ele as faz como ele as quer, isto é, sem interferência de ninguém.

Porém o homem notou que ele estava com todo o poder, ele mandava e desmandava em tudo ao seu redor, o que fez que ele fosse se deixando, levar pelo lado da maldade, do pecado da vaidade, pois ele só tinha um ser acima dele, e este ser era o próprio Deus, aquele que te criou com todo amor, e que ele começa a se afastar desse Deus, a quere ser mais que o mesmo (Deus), e então rompe a sua amizade profunda com o seu maior amigo (Deus), e começa a viver a vida pela sua própria vontade, fugindo ao principio da criação que era o amor, a amizade com Deus.

Deus vendo tudo isto fica muito triste, e como descreve no livro do Gênesis, no versículo seis: DEUS se arrepende de ter criado o homem, mas por seu amor infinito e vendo que nem todos eram maus e perdidos, ele começa então a criar aliança com alguns por ele escolhidos, como foi com Noé, Abraão e Moises. Ele mandava mensagem, cria situações para que seu povo se corrigisse, e se libertassem de seus pecados.

Porém quando ele vê que nada adiantava, ele resolve então manda seu filho amado, Jesus.

Na sua sabedoria infinita ele envia o seu filho salvador do mundo, através de uma família, constituída por Maria e José, pessoa simples de grande coração, muito amor em suas vidas, as quais colocavam a vontade de Deus em primeiro lugar, pois Maria não teve nenhuma dúvida para dizer SIM à obra do Espírito Santo, mesmo José, pouco vacilou, ao chamado Deus para assumir s sua paternidade, não teve dúvida, protegeu Maria e Jesus como um pai zeloso, atencioso, protetor.

Jesus nasceu, em situações de simplicidade de pobreza. Porém, com muito amor e carinho, por parte de seus pais e natureza, tudo na maior harmonia, como diz a Bíblia, tudo se comoveu, os animais os astros.

Jesus cresceu como todo menino, teve uma vida normal, ao lado de seus pais.

Aos doze anos, já começou a dar sinais de sua vinda, quando debate no templo com os doutores da lei, transmitindo os princípios de seu pai que está no Céu.

Somente assume sua missão terrena quando já estava com trinta anos, quando ele vai ao encontro de João Batista, e pede que o mesmo o batize nas águas do Rio Jordão. João Batista fica com dúvidas e fica sem jeito para batizar Jesus, mas por obediência, o batiza, quando Deus se manifesta e diz “Este é meu filho muito amado, em quem ponho minha afeição” (Mateus 3, 13-17).

Daí Jesus já sai em missão, começa a vida de comunidade, quando chama os doze apóstolos para serem seus seguidores e ajudantes na missão.

Jesus faz pregações anunciando o reino de Deus, converte pessoas, transforma situações, faz milagres, prega a justiça o amor e muitas atitudes que fazem com que a pessoas da época comessem mudar ideais, que antes eram drásticas.

Quando evita que a mulher pega em adultério seja apedrejada (João 8, 1-11).

Quando converte Zaqueu que era ladrão (quantos irmãos nossos que estão no erro e somente não param por que ninguém lhes mostram a verdade, pois acham que o que fazem é o certo) (Lucas 19, 1-10).

Quando ressuscita Lázaro (compete nos ressuscitar muitos que estão mortos em vida, pois não tem mais ilusão de viver, o amor em si) (João 11, 1-44).

Quando através de parábolas nos mostra métodos de vidas a serem seguidos, como na parábola do filho pródigo (Lucas 15, 11-32), do semeador (Lucas 8, 4-18) etc.

 

“Palestrante deverá colocar situações por Jesus vividas, em situações do nosso cotidiano”.

Exemplo: “Quantas mulheres adulteras queremos apedrejar, e não as converte-las?

“Quantos “Zaqueus” de hoje que não aceitamos suas conversões?

 

O palestrante deverá terminar sua apresentação deixando uma reflexão como proposta, exemplo: ”Parem e reflitam onde cada um de nos podemos mudar para sermos seguidores de JESUS”.

 

 

Apostila da Pastoral do Batismo 

Paróquia Nossa Senhora do Rosário 

Pompéia – SP

 

 Palestra:     Os Sacramentos

 Os sacramentos são sete: Batismo, Confirmação ou Crisma, Eucaristia ou comunhão, Penitência ou confissão, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimônio.

São sinais de salvação, são graças que recebemos de Deus, momentos que mostram a presença de Deus em nossas vidas, sinais sensíveis que Jesus nos deixou.

Batismo:

Sacramento da iniciação á fé cristã, é quando nos tornamos templos vivos de Deus, é quando que pela intercessão do Espírito Santos recebemos os Dons:

Sabedoria, Entendimento, Prudência, Coragem, Ciência e Temor ao Senhor (Isaias 11, 2-3).
O que por conseqüência nos dá os Frutos do Espírito:

Caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura e temperança (Gálatas 5, 22-23).

 

Confirmação ou crisma:

Sacramento da maturidade da fé em Jesus.

 

Eucaristia ou Comunhão:

Fonte e ápice de toda a vida cristã

È o alimento da alma

 

Penitência ou Confissão:

Sacramento do perdão e da misericórdia de Deus

É quando buscando a pureza de nos arrepender dos nossos pecados, do que está nos prejudicando, o ato de confessarmos nos faz mais suave a nossa vida.

 

Unção dos enfermos:

Oferta de graças aqueles cuja saúde (física ou espiritual) lhes falta, e o desamparo os amedronta.

 

Ordem:

Sacramento de entrega e doação total, numa atitude de serviço e amor a Deus e ao povo.

 

Matrimônio:

Projeto comunitário a dois. Sacramento do amor.

 

Toda essa trajetória começa na cerimônia do Batismo, que é repleta de simbologia:

Sinal da Cruz = sinal do Cristão

Óleo = sinal de fortaleza contra o pecado

Água = Sinal de vida e purificação

Veste Branca = Sinal de pureza e paz

Vela acesa = Sinal da presença de Jesus ressuscitado (Luz para as pessoas

 

DINÂMICAS

Ser Igreja
Objetivo: A nossa importância como Igreja.

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado:
10 a 15 minutos.

Material:
Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)

Descrição:
Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para o outro sem deixá-las cair no chão.

Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar.

Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.

 

Nome perdido
Objetivo: Ver a importância de sermos conhecido pelo nome "Jesus chama cada um pelo nome".

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Um crachá para cada pessoa do grupo e um saco ou caixa de papelão para colocar todos os crachás.

Descrição: O coordenador devera recolher todos os crachás colocar no saco ou na caixa; misturar bem todos estes crachás, depõe dê um crachá para cada pessoa. Esta deverá encontrar o verdadeiro dono do crachá, em 1 minuto.
Ao final desse tempo, quem estiver ainda sem crachá ou com o crachá errado, azar! Porque terá que pagar uma prenda.

Pode ser trocada por fotos de varias fases da vida de Jesus (Foto-linguagem)

 

Objetivo:

1- Estimular a observação, a participação e o debate dos componentes de um grupo.

2- Ampliar a visão da realidade

3- Confrontar o projeto social com o projeto de Deus

4- Interpretar fotos

Passos:
1- Selecionar fotos que expressem a realidade (de revistas ou jornais)

2- Preparar um mural com fotos que representem cenas de certas situações da vida.

3- Incentivar o grupo a observar as fotos.

4- Após observações colher as impressões do grupo.

5- Pedir a cada um que justifique as impressões sobre as fotos ou mural de fotos.

6- Confrontar o contido nas fotos com a realidade estimulando um debate sobre a mesma; através de perguntas como:
- Existem cenas semelhantes perto de nós?
- Por que isso está acontecendo?
- O que nós temos a ver com tal realidade?
- Qual é o apoio de Deus presente em cada situação?

7- Destacar atitudes não evangélicas e atitudes evangélicas nas fotos que observamos ou na realidade onde vivemos.

8- Pesquisar textos bíblicos  que direta ou indeiretamente se refira aos fatos.

9- Levantar propostas do que é possível fazer para mudar situações contrárias ao projeto de Deus.

Avaliação

1- Que proveito nos trouxe esta dinâmica (estudo/reflexão)?

2- Qual etapa  (parte) que mais nos agradaram?

3- O que descobrimos?

A nossa parte . . .
Objetivo: Mostrar que se cada um fizer a sua parte, tudo pode ser transformado (Essa dinâmica também pode ser usada para mostrar a importância de cada um dentro da Igreja).

Participantes: Indeterminado (todos os que estiverem participando)

Tempo Estimado:
30 minutos.

Material:
garrafa plástica transparente de 2 litros vazia, tampinhas de garrafa (qto maior o número de tampinhas mais rápido se transcorre a dinâmica) e água o suficiente, leia a preparação.

Objetivo: Mostrar que se cada um fizer a sua parte, tudo pode ser transformado (Essa dinâmica também pode ser usada para mostrar a importância de cada um dentro da Igreja).

Preparação: Você deve em casa preparar o material, pegue a garrafa plástica transparente (essas de refrigerante de 2 litros), corte-a ao meio, iremos utilizar a parte de baixo para depositar a água. Digamos que essa dinâmica será entre 40 participantes, então com ajuda da tampinha vá adicionando água na parte que você cortou até completar as 40 tampinhas de agua. Observe até onde irá encher de água a garrafa que você cortou. Sugiro que você marque um pouco acima (um centimetro) e corte novamente, deixando uma margem pequena para não transbordar a água.

Descrição:
Coloque a parte da garrafa que você cortou sobre uma mesa e peça para que um dos participantes encha a tampinha com água e deposite essa água na parte da garrafa cortada.

Mostre a todos que quase nem se percebe a quantidade de água que está ali.

Agora peça para que todos os participantes adicionem também uma tampinha com água na parte da garrafa cortada.

Quando todos teminarem, mostre como encheu a garrafa cortada que quase chegou a transbordar.

Conclusão: No início ninguem deu valor a pouca quatidade de água que ali estava, mas depois cada um também fez a sua parte e aquele poquinho (a tampinha cheia de água) acabou se tornando muito. Sendo assim temos que fazer a nossa vez e conscientizar a todos que tambem devem fazer o mesmo. Adicione o seu comentário baseando nisso e conclua a dinâmica conforme a sua necessidade.

Créditos...Dinâmica criada por Anderson (responsável pelo site), paróquia Imaculada Conceição da Vila Rezende - Piracicaba SP. Entre em contato através do fale conosco.